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IREM® e Secovi-SP apresentam fontes de financiamento de negócios

Especialista comentou as alternativas de investimento com base na atual conjuntura mundial

p style="text-align: justify;"Tema recorrente na atualidade, as iFontes de Financiamento de Negócios/i foi destaque em evento promovido pelo Capítulo Brasileiro do Irem (emInstitute of Real Estate Management/em), em parceria com o Secovi-SP na segunda-feira, 23/4./p p style="text-align: justify;"O assunto foi abordado pelo especialista em Economia José Renato Carollo, sócio da Tempre Investimentos e Turn Around Empresas, que iniciou a apresentação de forma descontraída: ?gosto de estar em cima de uma motocicleta. Nas horas vagas, falo das finanças?./p p style="text-align: justify;"No temário, dentre outros assuntos, estágios de desenvolvimento das empresas e relação com o tipo de financiamento; ciclo de caixa como limitador ao crescimento; necessidades do tomador de recursos; e o momento mundial da economia./p p style="text-align: justify;"Ele disse que, embora atravesse períodos difíceis, os Estados Unidos ainda são exemplo de mercado completo. Vêm de lá conceitos já conhecidos e consolidados no Brasil, como Private Equity (que oferecem menor risco de investimento) e Venture Capital (negócios em fase de produção). Ou mesmo aqueles que começam a chegar no País, como o de ?anjos?, caraterizado pelos negócios no estágio de garagem, de início./p p style="text-align: justify;"Ainda sobre estágios, citou o Mezzanino , envolvendo características de renda fixa na fase madura, o que justifica a presença na Bolsa de Valores. ?A vantagem é que o próprio mercado acompanha?, disse, acrescentando que, hoje, o mercado de Bolsa exige resultados de curto prazo./p p style="text-align: justify;"O investimento do tipo Pipe (iPrivate Investment/i iin Public Equity/i) se popularizou como alternativa de financiamento a pequenas e médias empresas. A operação básica de investimento pipe é mais rápida e barata, comparada à emissão pública de valores mobiliários./p p style="text-align: justify;"bCenários/b ? De acordo com o especialista, o ponto de partida para cada empresa depende do setor em que ela se enquadra. Além disso, para entender os financiamentos e para onde caminha a conjuntura de tomadores e doadores, é preciso conhecer o cenário mundial. ?Hoje é impossível se fechar. A sociedade não admite mais economias fechadas. Até o aumento de transparência política se traduz no mercado?, observou./p p style="text-align: justify;"Os países quem compõem o chamado BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China) estão em pleno avanço econômico e há grande liquidez nos países desenvolvidos. ?É um cenário novo, que envolve incertezas, desconhecimento.?/p p style="text-align: justify;"Este ambiente requer especialização e eficiência dos países em todos os setores (indústria e mercado de capitais). ?Isto porque, sempre que se é confrontado com mais eficiente, ou melhora ou sai do mercado. Quanto mais intensidade se aplica em algo, mais especialista?./p p style="text-align: justify;"Outro aspecto relevante: as taxas de juros estão cada vez mais baixas em países desenvolvidos, um movimento que envolve maior participação em empresas. Com o aumento de recursos disponíveis para os tomadores e taxas de juros mais baixas, o capital busca retorno mais condizente./p p style="text-align: justify;"José Renato Carollo apontou como características importantes, no Brasil, câmbio valorizado, custo de capital caro, descobertas recentes de petróleo (mais cambio a valorizar). Segundo ele, a indústria está perdendo destaque./p p style="text-align: justify;"Experiência em crises e conhecimento regulatório são aspectos favoráveis no País, na avaliação do especialista. Também têm se mostrado útil o excesso de zelo da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e do Banco Central, resultado de longo histórico de problemas com fundos de investimentos e bancos no passado. ?Para sofisticação do Brasil, a regulação é excelente.?/p p style="text-align: justify;"Os bancos comerciais cobrem demandas de curto e longo prazo. O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) foi a primeira instituição a ocupar a faixa de atendimento a pequenas e médias empresas. As grandes companhias, disse o palestrante, estão sempre sujeitas a mais oportunidades e, no longo prazo, têm capacidade maior, em razão de seu volume./p p style="text-align: justify;"Ele considera a estrutura do Brasil paternalista, na qual há grande identificação do empresário com seu negócio ? o que tende a reduzir. O controle se constitui na principal preocupação do empresariado./p p style="text-align: justify;"Carollo classificou as fontes de financiamento como: internas (fornecedores, funcionários; desinvestimentos); capital de terceiros (empréstimos); capital próprio (busca sócio ou a bolsa). Sobre o mercado de capitais, ele acredita que o crédito veio para ficar e que os juros em queda fazem como que se busque melhores aplicações./p p style="text-align: justify;"Falou ainda sobre financiamento extra-mercado de capitais, representado por ativos que não são mais funcionais, não dão o retorno esperado e entram na lógica de desinvestimento (venda de ativos)./p p style="text-align: justify;"bTendências ?/b O crédito de longo prazo fornecido por capital externo está em alta, com fundos oferecendo recurso para operações estruturadas. No tocante às empresas, Carollo aposta na aquisição por estrangeiros, na consolidação em setores e em mercado de companhias em situações especiais/p p style="text-align: justify;"A securitização, disse ele, também avança como veículo eficiente de poupança, por meio de regras mais rígidas./p p style="text-align: justify;"Saiba quais os meios de financiamento das empresas, quem são os atores do mercado de capitais e onde buscar recursos:/p p style="text-align: justify;". Bancos múltiplos, comerciais, de investimento/p p style="text-align: justify;". Factoring (empresas especializadas no pequeno crédito, com taxa mais alta e estrutura que permite trabalhar ativos que não interessam aos bancos/p p style="text-align: justify;". Family office (organismo que cuida da gestão do patrimônio da família em separado das atividades da empresas. Um bom projeto é eventual investimento/p p style="text-align: justify;". Private equity (dois fundos principais para investimento: FIEE, FIP)/p p style="text-align: justify;". Venture Capital, instituições públicas e de fomento (BNDES), empresas/p p style="text-align: justify;". Fundos de pensão, sovereign funds (fundos soberanos, com grande capacidade de investir em empresas e tecnologia/p p style="text-align: justify;". Anjos e Seed Capital (capital semente)/p p style="text-align: justify;". Fundos de investimentos líquidos (capital aberto, renda fixa e maior liquidez)/p p style="text-align: justify;". Hedge Fundings: butiques de investimento, com alto valor, políticas amplas e bem definidas. Maior virtude é não estar relacionado com o mercado. Varia independentemente das altas e baixas do mercado/p p style="text-align: justify;". Seguradoras/p p style="text-align: justify;". Investidores Individuais/p p /p

 

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